Diferente. Toda a gente sente de modo desigual o mesmo vocábulo: amor. No entanto, cada um entende, de todos os jeitos que é amor. É de cada qual, em procedimentos distintos e inequacionáveis que ninguém realmente sabe o porquê de toda a gente perceber que é do mesmo que se fala.
Como descrever o que sinto, o que vejo Se não sei o que concebo nem tão pouco o que espio E que experimento ou fito? Mas se tudo o que eu juízo e miro, Em palavras de desenho... apaladei-me de Verborreia.
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